As coisas podem ter sempre mil e um significados
mil e um sentidos que mudam
de acordo com as conveniências de cada um
de acordo com os interesses do momento
em que se alinham as intenções veladas
escondidas de tudo aquilo que serve de luz no final do túnel.
As vozes que segredam os rumos que nos guiam
dizem que o sentido de tudo isto
roça o sentido vazio de um barco à deriva
que procura o farol para se guiar
dizer o que pensa sem olhar para as consequências.
O beber aquilo que lhe é posto à mesa,
O questionar a primeira parvoíce que lhe ocorre
e deixar as coisas fluirem sem terem sentido algum
Acho que depois de tudo isto tudo continuará na mesma
O nascer do dia, o pôr do sol,
Os dias, horas, minutos e segundos que nos oprimem
de modo dar lugar aos próximos que pedem algo
se saberem bem o que são, o que querem, o que fazem...
Caiem as gotas lá fora e aqui o calor,
O sono que vem com a intenção de silenciar a minha voz.
Também não é importante.
Odeio a manhã... talvez não devesse....
não importa
No final tudo será igual
Monday, July 07, 2008
Monday, April 28, 2008
Escrever
Queres escrever?
A fórmula é simples.
Uma banda-sonora que te ajude a dar som ao que escreves.
Uma melancolia, uma tristeza, um peso, uma angústia
que te ajude a trazer alguma alma às tuas frases.
As lágrimas dão-te a tinta que necessitas para as letras.
A solidão dá-te a folha que usas como pretexto.
Pretexto que usas para justificar cada golfada de ar que dás.
O Ritmo deve ser oscilante.
Não tem que ser necessariamente assim.
Talvez queiras algo mais monótono.
Mas o ritmo normalmente até te traz alguma vida
que recusas a viver.
Talvez porque não vejas como transformar o que sentes
num texto que tenha o mínimo de sentido.
Talvez apenas seja um pretexto para não dizer
Aquilo que sempre se disse com gestos
Mas a boca nunca foi capaz de o dizer.
O simples acto de a abrir estrangula a voz
que frequentemente trai o que o corpo se vê impedido de dizer
tocar, sentir aquilo que não se vive, aquilo que não se sente.
Mesmo que num repente tudo por magia se alterasse,
no fim, ficaria tudo na mesma.
É o vazio que nos une.
É o vazio que nos toca.
É o vazio que nos preenche.
É o vazio que à noite ocupa a cama fria.
E tu sem saberes o que dizer,
sem saberes o que fazer...
Compreendo-te...
Acontece-me o mesmo com o escrever.
Ao menos tento.
E tu?
E tu?
A fórmula é simples.
Uma banda-sonora que te ajude a dar som ao que escreves.
Uma melancolia, uma tristeza, um peso, uma angústia
que te ajude a trazer alguma alma às tuas frases.
As lágrimas dão-te a tinta que necessitas para as letras.
A solidão dá-te a folha que usas como pretexto.
Pretexto que usas para justificar cada golfada de ar que dás.
O Ritmo deve ser oscilante.
Não tem que ser necessariamente assim.
Talvez queiras algo mais monótono.
Mas o ritmo normalmente até te traz alguma vida
que recusas a viver.
Talvez porque não vejas como transformar o que sentes
num texto que tenha o mínimo de sentido.
Talvez apenas seja um pretexto para não dizer
Aquilo que sempre se disse com gestos
Mas a boca nunca foi capaz de o dizer.
O simples acto de a abrir estrangula a voz
que frequentemente trai o que o corpo se vê impedido de dizer
tocar, sentir aquilo que não se vive, aquilo que não se sente.
Mesmo que num repente tudo por magia se alterasse,
no fim, ficaria tudo na mesma.
É o vazio que nos une.
É o vazio que nos toca.
É o vazio que nos preenche.
É o vazio que à noite ocupa a cama fria.
E tu sem saberes o que dizer,
sem saberes o que fazer...
Compreendo-te...
Acontece-me o mesmo com o escrever.
Ao menos tento.
E tu?
E tu?
Sunday, April 27, 2008
balelas...
As mil razões que um dia foram dadas
para a vergonha dos dias passados
simplesmente passados num estado
que oscila entre a melancolia e a embriaguez
de uma alma que ignora e fecha os olhos para o que a rodeia
Poder-se-ia até se levar um ritmo mais estável
deixar a voz gritar aquilo que a mente não é capaz de decifrar
pedir um novo rumo, uma estrada coberta de branco sujo
que jaz na alegria de um firmamento ridículo
Tão ridículo que faz sorrir
sem bem saber como o fazer
O rasgar do sorriso é consistente com o rasgar do coração
que não bate mas finge que se preocupa
Na realidade o dia hoje até estava claro...
Misteriosamente passou a fazer frio e ficou escuro
Tudo marcado por uma inútil indiferença
que teima em estar presente.
Estás a ouvir?
Estás a ler?
É mais um dia, mais um traço no calendário
Mais e mais e mais de um insípido dia que teima em não acabar
A raiva que marca os passos pesados
de um ritmo que ficou por marcar,
Uma nota fora da pauta,
um suspiro que ficou por dar.
Tudo isto apenas por causa de um beijo
Tudo isto apenas por causa de um abraço
Tudo isto apenas por causa de uma incerteza
Tudo isto apenas por causa de um silêncio
Até ia dizer que se abate,
tal não é a naturalidade com que se faz presente.
Mas nada, nada seria mais errado.
A banalidade e a mortalidade
de gestos que um dia fizeram parte da vivência
do mais comum dos mortais
estão condenados a um destino que ninguém quer saber.
É falso, tudo falso.
As balelas do dia-a-dia.
E vocês ainda acreditam em estúpidas histórias de amor
que apenas lembram aos idiotas que nunca o devem deixar de o ser.
Ao fim ao cabo, os idiotas não se querem sós e perdidos
tem de ser guiados por outros idiotas de mesmo nível.
E os medos... As demonstrações de afecto...
A puta que pariu o caralho mais velho
cagou para esta merda toda.
No entanto, deixou um registo da sua existência.
Calou e escreveu.
Os idiotas, simplesmente leram.
Sim, o idiota és tu.
Eu? Não te preocupes. Viemos do mesmo sítio e não sou melhor que tu.
para a vergonha dos dias passados
simplesmente passados num estado
que oscila entre a melancolia e a embriaguez
de uma alma que ignora e fecha os olhos para o que a rodeia
Poder-se-ia até se levar um ritmo mais estável
deixar a voz gritar aquilo que a mente não é capaz de decifrar
pedir um novo rumo, uma estrada coberta de branco sujo
que jaz na alegria de um firmamento ridículo
Tão ridículo que faz sorrir
sem bem saber como o fazer
O rasgar do sorriso é consistente com o rasgar do coração
que não bate mas finge que se preocupa
Na realidade o dia hoje até estava claro...
Misteriosamente passou a fazer frio e ficou escuro
Tudo marcado por uma inútil indiferença
que teima em estar presente.
Estás a ouvir?
Estás a ler?
É mais um dia, mais um traço no calendário
Mais e mais e mais de um insípido dia que teima em não acabar
A raiva que marca os passos pesados
de um ritmo que ficou por marcar,
Uma nota fora da pauta,
um suspiro que ficou por dar.
Tudo isto apenas por causa de um beijo
Tudo isto apenas por causa de um abraço
Tudo isto apenas por causa de uma incerteza
Tudo isto apenas por causa de um silêncio
Até ia dizer que se abate,
tal não é a naturalidade com que se faz presente.
Mas nada, nada seria mais errado.
A banalidade e a mortalidade
de gestos que um dia fizeram parte da vivência
do mais comum dos mortais
estão condenados a um destino que ninguém quer saber.
É falso, tudo falso.
As balelas do dia-a-dia.
E vocês ainda acreditam em estúpidas histórias de amor
que apenas lembram aos idiotas que nunca o devem deixar de o ser.
Ao fim ao cabo, os idiotas não se querem sós e perdidos
tem de ser guiados por outros idiotas de mesmo nível.
E os medos... As demonstrações de afecto...
A puta que pariu o caralho mais velho
cagou para esta merda toda.
No entanto, deixou um registo da sua existência.
Calou e escreveu.
Os idiotas, simplesmente leram.
Sim, o idiota és tu.
Eu? Não te preocupes. Viemos do mesmo sítio e não sou melhor que tu.
Saturday, April 19, 2008
Uma partida...
Eu não sou Benigni...
Perante o dia escuro não sou capaz de olhar para o raio de sol que sai ocasionalmente por de entre as nuvens...
Talvez simplesmente não o queira...
Custa-me a respirar
E ainda mais a neste momento não chorar.
Talvez nem seja suposto.
Poucas vezes me recordo de estar a escrever as minhas babuseiras e fazê-lo
E os sentimentos paradoxais que me invadem
fazem-me jazer inerte
por entre ideias que me rasgam
e me entregam de braços abertos ao nada
ficar no meu canto, imóvel,
enquanto todo o mundo passa a correr em meu redor
Ela diz que a culpa não é minha...
Sempre me o disseram...
E seria tão mais fácil se assim o fosse.
Jesus, que vontade de desaparecer e odiar este mundo sujo, porco, nojento...
A imagem de um deus sádico que nos usa à sua vontade para seu mero divertimento.
Ridícula a forma como desesperadamente me tento agarrar a qualquer coisa de modo a não me deixar ir.
Sou um cobarde... sempre fui...
Frequentemente prefiro fugir a assumir as minhas responsabilidades.
Não lhes desejo nenhum tipo de mal, bem pelo contrário,
A coisa que mais lhes desejo é que possam ser plenamente felizes,
Que realizem os seus sonhos e consumam a sua felicidade.
É verdade que continuo a guardar muita coisa para mim,
Mas nenhum poro do meu corpo me deixa mentir.
E sem dúvida que a coisa que me falta mais é o beijo,
A ausência do mesmo.
Dizem que as coisas chegam sempre na altura certa,
Na altura em que mais necessitamos delas...
Nem mesmo nesta altura sou capaz de ser fiel com aquilo que sinto
aquilo que vivo.
É odiar um mundo, uma vida que me acolhe e me tem no papel principal
E não ser capaz de dizer realmente uma palavra contra.
Estou farto de hipocrisia, do facto de se ter peninha
E que façam as coisas movidos por um sentimento de culpa.
Pó CARALHO!!!!
Sim, foi o que eu disse, PÓ CARALHO com a merda da pena,
Tenho pena da puta da vossa vida e deixem a minha em paz.
Ah, como gostava de ser capaz de ir para o meu happy place,
O meu goozfraba.
E não,os olhos dela não são azuis, são castanhos,
ela gosta de Allende, Marquéz, Saramago, Conrad e outros que mais,
Gosta do Magnólia, Benigni e estar a cozer enquanto vê uma série na televisão.
Gosta dos seus pequenos lanches, que lhe toquem nas costas
E acima de tudo de ser massajada,
Ela gosta de escrever e Jeff Buckley.
Gosta de Fausto e o negro.
É multilingue e tal como eu não suporta qualquer tipo forma de discriminação.
Tem um cabelo comprido digno de uma princesa
E a sua pele reconforta-me...
E cheira tão bem...
E cheira tão bem...
Faz batatas fritas como ninguém.
Muito inteligente e eu não seria capaz de menos.
Foi o meu refúgio...
Foi o meu amor...
Foi a minha vida...
Agora... a incerteza....
E a minha vida cheia da ausência do seu ser
O que será de mim?
Espero pelo menos que ela encontre o seu caminho...
O meu...simplesmente não importa.
simplesmente não importa.
Perante o dia escuro não sou capaz de olhar para o raio de sol que sai ocasionalmente por de entre as nuvens...
Talvez simplesmente não o queira...
Custa-me a respirar
E ainda mais a neste momento não chorar.
Talvez nem seja suposto.
Poucas vezes me recordo de estar a escrever as minhas babuseiras e fazê-lo
E os sentimentos paradoxais que me invadem
fazem-me jazer inerte
por entre ideias que me rasgam
e me entregam de braços abertos ao nada
ficar no meu canto, imóvel,
enquanto todo o mundo passa a correr em meu redor
Ela diz que a culpa não é minha...
Sempre me o disseram...
E seria tão mais fácil se assim o fosse.
Jesus, que vontade de desaparecer e odiar este mundo sujo, porco, nojento...
A imagem de um deus sádico que nos usa à sua vontade para seu mero divertimento.
Ridícula a forma como desesperadamente me tento agarrar a qualquer coisa de modo a não me deixar ir.
Sou um cobarde... sempre fui...
Frequentemente prefiro fugir a assumir as minhas responsabilidades.
Não lhes desejo nenhum tipo de mal, bem pelo contrário,
A coisa que mais lhes desejo é que possam ser plenamente felizes,
Que realizem os seus sonhos e consumam a sua felicidade.
É verdade que continuo a guardar muita coisa para mim,
Mas nenhum poro do meu corpo me deixa mentir.
E sem dúvida que a coisa que me falta mais é o beijo,
A ausência do mesmo.
Dizem que as coisas chegam sempre na altura certa,
Na altura em que mais necessitamos delas...
Nem mesmo nesta altura sou capaz de ser fiel com aquilo que sinto
aquilo que vivo.
É odiar um mundo, uma vida que me acolhe e me tem no papel principal
E não ser capaz de dizer realmente uma palavra contra.
Estou farto de hipocrisia, do facto de se ter peninha
E que façam as coisas movidos por um sentimento de culpa.
Pó CARALHO!!!!
Sim, foi o que eu disse, PÓ CARALHO com a merda da pena,
Tenho pena da puta da vossa vida e deixem a minha em paz.
Ah, como gostava de ser capaz de ir para o meu happy place,
O meu goozfraba.
E não,os olhos dela não são azuis, são castanhos,
ela gosta de Allende, Marquéz, Saramago, Conrad e outros que mais,
Gosta do Magnólia, Benigni e estar a cozer enquanto vê uma série na televisão.
Gosta dos seus pequenos lanches, que lhe toquem nas costas
E acima de tudo de ser massajada,
Ela gosta de escrever e Jeff Buckley.
Gosta de Fausto e o negro.
É multilingue e tal como eu não suporta qualquer tipo forma de discriminação.
Tem um cabelo comprido digno de uma princesa
E a sua pele reconforta-me...
E cheira tão bem...
E cheira tão bem...
Faz batatas fritas como ninguém.
Muito inteligente e eu não seria capaz de menos.
Foi o meu refúgio...
Foi o meu amor...
Foi a minha vida...
Agora... a incerteza....
E a minha vida cheia da ausência do seu ser
O que será de mim?
Espero pelo menos que ela encontre o seu caminho...
O meu...simplesmente não importa.
simplesmente não importa.
Sunday, February 03, 2008
Monday, January 14, 2008
Um dia assim...
Monday, December 31, 2007
Existir
Fazia algum tempo em que não abria um notepad
E me punha a escrever.
Mesmo que não faça sentido,
Não há problema.
São palavras que simplesmente reflectem
Bem ou mal aquilo que sinto naquele momento.
A paz de uma música,
Um gesto, um carinho,
O simbolismo de algo que não existe,
por entre um rasgo de vento
que percorre as frestas
que a distância das pessoas permite.
É algo etéreo,
vazio de significado e que tanto,
ao mesmo tempo,
tão pouco transmite.
É uma questão de perspectiva.
Tudo não é mais do que uma definição,
em que os iluminados humanos chegaram à conclusão
que era a melhor opção dar um nome
no lugar de meter qualquer outra coisa.
Tem alguma lógica,
usar uma plataforma comum
daquilo que são conceitos tão comuns
e ideias tão diametralmente opostas podem trazer.
Bem sei que aquilo que aqui escrevo,
nenhuma diferença faz ao mundo.
Aliás... faz... gasto energia electrica,
pele dos dedos a teclar,
desgasto o teclado com a pressão dos meus dedos.
Neste momento oiço mão morta,
Mas não é de todo inspirador.
Quer dizer, até é, mas não para este rol de pensamento.
ah, Ben, Ben, Ben....
é um prazer a tua existência e o quando a tua música me toca,
faz sonhar e escrever coisas variadas e sem qualidade.
Não pela inspiração que trazes até mim,
Mais pelo canal mesmo.
Por exemplo, este é um claro exemplo de bloqueio,
em que à falta de algo melhor para escrever,
limito-me a escrever o que faço no momento... ou não.
Muito Andy Warholesco.
As coisas também muitas vezes mudam sem nós nos apercebermo-nos.
E as fronteiras que separam o óbvio do velado
pouco ou nada se distinguém à luz do sol que não brilha
escondido atrás da transparente lua
que tudo permite sem nenhuma razão de vedar o acesso
aquilo que não é
porque não crê
não vê e como tal não sente...
Sente... que as coisas nem sempre são como nós queremos,
rezamos ou ansiamos.
E ficam os espaços, que não, não se têm que preencher,
porque nem todos os espaço é suposto estarem cheios...
Cheios de erros como eu dou a escrever desta forma compulsiva
Em que mesmo doendo-me os dedos deste duro teclado
consigo para de teclar.
Porquê? Porque tenho necessidade de encher isto com grande nadas,
ilusões de uma existência sofrível que por vezes teima
em querer nos pregar à cadeira que nos dá apoio ao nosso cú.
Sim, leste bem... escrevi cú... uuuuuu, que eclético é escrever cú.
És capaz de o dizer com todas as suas letras,
C U acento. Ou assento?
Depende da perspectiva,
mais uma vez questão de perspectiva...
Pois no fim, não existe nem certo nem errado.
Existe simplesmente o Existir...
.... quando sequer existe!
E me punha a escrever.
Mesmo que não faça sentido,
Não há problema.
São palavras que simplesmente reflectem
Bem ou mal aquilo que sinto naquele momento.
A paz de uma música,
Um gesto, um carinho,
O simbolismo de algo que não existe,
por entre um rasgo de vento
que percorre as frestas
que a distância das pessoas permite.
É algo etéreo,
vazio de significado e que tanto,
ao mesmo tempo,
tão pouco transmite.
É uma questão de perspectiva.
Tudo não é mais do que uma definição,
em que os iluminados humanos chegaram à conclusão
que era a melhor opção dar um nome
no lugar de meter qualquer outra coisa.
Tem alguma lógica,
usar uma plataforma comum
daquilo que são conceitos tão comuns
e ideias tão diametralmente opostas podem trazer.
Bem sei que aquilo que aqui escrevo,
nenhuma diferença faz ao mundo.
Aliás... faz... gasto energia electrica,
pele dos dedos a teclar,
desgasto o teclado com a pressão dos meus dedos.
Neste momento oiço mão morta,
Mas não é de todo inspirador.
Quer dizer, até é, mas não para este rol de pensamento.
ah, Ben, Ben, Ben....
é um prazer a tua existência e o quando a tua música me toca,
faz sonhar e escrever coisas variadas e sem qualidade.
Não pela inspiração que trazes até mim,
Mais pelo canal mesmo.
Por exemplo, este é um claro exemplo de bloqueio,
em que à falta de algo melhor para escrever,
limito-me a escrever o que faço no momento... ou não.
Muito Andy Warholesco.
As coisas também muitas vezes mudam sem nós nos apercebermo-nos.
E as fronteiras que separam o óbvio do velado
pouco ou nada se distinguém à luz do sol que não brilha
escondido atrás da transparente lua
que tudo permite sem nenhuma razão de vedar o acesso
aquilo que não é
porque não crê
não vê e como tal não sente...
Sente... que as coisas nem sempre são como nós queremos,
rezamos ou ansiamos.
E ficam os espaços, que não, não se têm que preencher,
porque nem todos os espaço é suposto estarem cheios...
Cheios de erros como eu dou a escrever desta forma compulsiva
Em que mesmo doendo-me os dedos deste duro teclado
consigo para de teclar.
Porquê? Porque tenho necessidade de encher isto com grande nadas,
ilusões de uma existência sofrível que por vezes teima
em querer nos pregar à cadeira que nos dá apoio ao nosso cú.
Sim, leste bem... escrevi cú... uuuuuu, que eclético é escrever cú.
És capaz de o dizer com todas as suas letras,
C U acento. Ou assento?
Depende da perspectiva,
mais uma vez questão de perspectiva...
Pois no fim, não existe nem certo nem errado.
Existe simplesmente o Existir...
.... quando sequer existe!
Saturday, December 15, 2007
Saturday, November 17, 2007
Vida
A vida dá-te sempre razões para te sentires na merda....
... ou então....
... Simplesmente te dá meios para que tu aprendas a não te sentir em tal estado...
... ou então....
... Simplesmente te dá meios para que tu aprendas a não te sentir em tal estado...
Friday, November 16, 2007
Pensar....
Por vezes existem coisas que nos fazem pensar...
Incrível... fazer pensar...
Quem diria que temos essa capacidade...
pensar...
pensar até rima com sonhar,
mas frequentemente a relação entre uma e outra é nula.
nula...
A nulidade frequentemente é um sentimento presente.
Ausente... talvez apenas algumas vezes mesmo o estado de espírito
Escrever, escrever, escrever o que apetecer,
Sem olhar a forma sabor ou sentimento.
Tudo de repente... como que de sacão.
Ai, os erros, o português escrito...
E eu que não ligava nada a isso...
É engraçado,
por vezes perde-se toda a credibilidade por uma palavra mal colocada.
Não será igualmente válido para os sentimentos?
O tempo está ali,
e bate ritmado,
tic tac tic.... tac.
às vezes até faz bem parar,
excepto quando faz muito tempo que estamos parados.
Olhar para o luar...
imaginar como será lá do outro lado...
Torna-se até engraçado
quando caminhamos pé ante pé
num gingar matreiro
como se de uma criança se tratasse
a olhar em seu redor a preparar a partida que vai pregar
E prossegue, meio confiante, meio desconfiada
conduzida pela a incerteza se será apanhada ou não.
O fim desta história pouco importa.
As pessoas insistentemente procuram por um fim para todas as coisas
Mas terá mesmo de ser assim?
Não será isso mais do que uma comodidade mental?
Ouve... Ouve-me... Não penses no que te consome.
Levanta-te e caminha,
Simplesmente caminha.
Esse mesmo trajecto irá te dar oportunidade para a redenção.
Nem sempre as coisas são como nós as pensamos
raramente o são
porque se pensa então?
porque nos rodeiam de energias cujo significado,
cujo sentido desconhecemos?
Ai, o grande plano de todas as coisas,
seres vivos ou não e outros que andam pelo meio.
Vá lá... mais um passo dados
em direcção à incerteza certa.
Incrível... fazer pensar...
Quem diria que temos essa capacidade...
pensar...
pensar até rima com sonhar,
mas frequentemente a relação entre uma e outra é nula.
nula...
A nulidade frequentemente é um sentimento presente.
Ausente... talvez apenas algumas vezes mesmo o estado de espírito
Escrever, escrever, escrever o que apetecer,
Sem olhar a forma sabor ou sentimento.
Tudo de repente... como que de sacão.
Ai, os erros, o português escrito...
E eu que não ligava nada a isso...
É engraçado,
por vezes perde-se toda a credibilidade por uma palavra mal colocada.
Não será igualmente válido para os sentimentos?
O tempo está ali,
e bate ritmado,
tic tac tic.... tac.
às vezes até faz bem parar,
excepto quando faz muito tempo que estamos parados.
Olhar para o luar...
imaginar como será lá do outro lado...
Torna-se até engraçado
quando caminhamos pé ante pé
num gingar matreiro
como se de uma criança se tratasse
a olhar em seu redor a preparar a partida que vai pregar
E prossegue, meio confiante, meio desconfiada
conduzida pela a incerteza se será apanhada ou não.
O fim desta história pouco importa.
As pessoas insistentemente procuram por um fim para todas as coisas
Mas terá mesmo de ser assim?
Não será isso mais do que uma comodidade mental?
Ouve... Ouve-me... Não penses no que te consome.
Levanta-te e caminha,
Simplesmente caminha.
Esse mesmo trajecto irá te dar oportunidade para a redenção.
Nem sempre as coisas são como nós as pensamos
raramente o são
porque se pensa então?
porque nos rodeiam de energias cujo significado,
cujo sentido desconhecemos?
Ai, o grande plano de todas as coisas,
seres vivos ou não e outros que andam pelo meio.
Vá lá... mais um passo dados
em direcção à incerteza certa.
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